Hyaluronic Acid
Molecule naturally present in skin, joints and eyes. Oral supplementation may improve skin hydration and joint comfort.
What is it for?
💡 Absorption: Low molecular weight is better absorbed. Combined with collagen and vitamin C.
⚠️ Caution: Very safe. Theoretical caution in active cancer.
Recommended doses
Range: 80 – 200 mg
Combine with collagen and vitamin C
Range: 80 – 200 mg
Low molecular weight form is better absorbed
📚 Scientific references (18)▼
O envelhecimento facial é um processo multifatorial caracterizado pela perda de volume, reabsorção óssea e flacidez tecidual, gerando uma demanda crescente por procedimentos minimamente invasivos para seu rejuvenescimento. Entre estes, os preenchedores dérmicos à base de ácido hialurônico (AH) destacam-se como uma das principais ferramentas terapêuticas na medicina estética. Este trabalho tem como objetivo principal analisar a utilização do ácido hialurônico como agente terapêutico em procedimentos de preenchimento facial, sintetizando as evidências científicas mais recentes para embasar a prática clínica. Por meio de uma revisão integrativa da literatura, foram consultadas bases de dados como PubMed, SciELO e Science Direct, utilizando os descritores “ácido hialurônico”, “preenchedores dérmicos”, “envelhecimento facial” e “complicações”. Os resultados demonstram que o AH, devido às suas propriedades únicas de biocompatibilidade, biodegradabilidade e capacidade de retenção hídrica, confere resultados altamente satisfatórios na correção de sulcos, restauração de volume e contorno facial. A segurança do procedimento está intrinsecamente ligada ao conhecimento anatômico detalhado do profissional, à seleção do produto adequado para cada indicação e à técnica de aplicação precisa. Complicações, embora geralmente leves e transitórias (edema, equimoses), podem incluir eventos adversos graves, como oclusão vascular, exigindo protocolos de manejo imediato, incluindo o uso da enzima hialuronidase. Conclui-se que os preenchedores de AH são uma opção eficaz e segura para o rejuvenescimento facial, desde que aplicados por profissionais capacitados e com rigor científico, representando um significante avanço na terapêutica estética minimamente invasiva.
O avanço das tecnologias digitais tem impulsionado o aumento do uso das redes sociais, influenciando padrões estéticos, especialmente na figura feminina, onde a busca por beleza e rejuvenescimento é crescente. Dentre os procedimentos estéticos, a harmonização orofacial com ácido hialurônico destaca-se por ser minimamente invasiva e por proporcionar resultados significativos no reposicionamento e volumização dos tecidos faciais, combatendo a ptose decorrente do envelhecimento. Contudo, apesar da popularidade e segurança relativa, complicações, como a necrose labial por compressão vascular, podem ocorrer durante ou após a aplicação. O presente estudo objetivou revisar sistematicamente a literatura para identificar a incidência, prevenção e tratamento da necrose labial associada à harmonização orofacial com ácido hialurônico. Foram selecionados artigos que abordam as complicações vasculares relacionadas ao procedimento. Os resultados indicam que, mesmo em técnicas menos invasivas, há risco de eventos adversos imediatos ou tardios, reforçando a necessidade do conhecimento detalhado da anatomia vascular facial e do treinamento rigoroso dos profissionais envolvidos. Ademais, destaca-se a importância de pesquisas contínuas para o desenvolvimento de métodos que minimizem essas complicações.
O Preenchimento labial com ácido hialurônico é um procedimento estético amplamente realizado, porém, quando mal indicado ou aplicado de forma inadequada, pode resultar em assimetrias e irregularidades perceptíveis, impactando na harmonia facial e na satisfação do paciente. Este caso é relevante por demonstrar a eficácia da hialuronidase na reversão total de um preenchimento labial insatisfatório, seguido de nova aplicação bem-sucedida, com resultado estético natural e sem intercorrências, contribuindo para a literatura com uma abordagem clínica segura e resolutiva. O objetivo foi relatar um caso clínico de correção de preenchimento labial com uso da hialuronidase e posterior nova aplicação de ácido hialurônico, enfatizando o curso clínico, intervenções e desfecho. O caso reforça a importância da hialuronidase como ferramenta segura e eficaz na correção de preenchimentos labiais insatisfatórios, possibilitando nova intervenção com resultado estético satisfatório. A correta avaliação clínica e a escolha adequada da técnica são fundamentais para o sucesso terapêutico.
O climatério é um período de transição na vida da mulher, caracterizado pela redução progressiva da função ovariana, o que resulta em alterações hormonais significativas. Essas mudanças impactam diretamente a pele, promovendo a degradação do colágeno, perda de elasticidade e desidratação, fatores que aceleram o envelhecimento cutâneo. O presente estudo teve como objetivo identificar e analisar as evidências científicas disponíveis sobre os efeitos do ácido hialurônico e suas associações terapêuticas na melhora da hidratação, elasticidade e firmeza da pele. Para isso, foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, fundamentada em Gil (2019) e Lakatos e Marconi (2017), utilizando bases de dados como SciELO, PubMed e Google Acadêmico, com seleção de estudos publicados entre 2014 e 2024. Os resultados demonstraram que o ácido hialurônico desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde da pele, especialmente quando associado a antioxidantes e fatores de crescimento. Além disso, intervenções como preenchedores dérmicos e mesoterapia pressurizada mostraram-se eficazes na retenção de umidade e na revitalização da pele. Em suma, as considerações desta pesquisa indicam que o ácido hialurônico, isoladamente ou em associação com outros ativos biofuncionais, representa uma estratégia terapêutica eficaz e segura no enfrentamento das alterações cutâneas do climatério.
Com o avanço da tecnologia e a evolução humana, criou-se uma necessidade de prevenir e retardar o envelhecimento, fazendo surgir procedimentos diversificados, e estando os lábios no centro da face, evidenciam jovialidade, sendo uma das buscas mais recorrentes. O preenchimento com o Ácido Hialurônico é um dos mais procurados atualmente, no entanto, como quaisquer procedimentos, há riscos de complicações que, embora sejam raras e difíceis de acontecerem, podem ser acometidas se o profissional não tiver o conhecimento adequado e realizar a técnica de forma incorreta. O presente estudo destaca as principais intercorrências que podem ocorrer e quais formas de tratamentos que podem ser realizados nesses casos. Destaca-se que, embora considerados baixos os índices de complicações, sobretudo, as mais severas, é prudente atentar-se aos sinais, exigindo rápida atuação do profissional. Com realização da anamnese, o conhecimento da anatomia, das técnicas e o reconhecimento das contraindicações, pode-se evitar intercorrências, trazendo segurança ao paciente.
O número de procedimentos com injetáveis à base de ácido hialurônico tem aumentado progressivamente ao longo dos anos, assim como o número de intercorrências. Alguns efeitos adversos são comuns e de simples resolução, no entanto a introdução inadvertida do material dentro da circulação arterial pode ter consequências graves como isquemia, necrose, cegueira e lesão no sistema nervoso central. Com a intenção de minimizar os riscos de intercorrências mais graves, muitos profissionais têm buscado se aprofundar nos conceitos de anatomia e topografia arterial da face. O interesse pelo tema tem facilitado o desenvolvimento de pesquisas e elaboração de técnicas de prevenção de intercorrências, de modo que o conhecimento em anatomia é fundamental para a formação do profissional injetor, e deve preceder e servir de guia para prática de preenchimento com ácido hialurônico.
O preenchimento labial com ácido hialurônico tem se tornado uma técnica amplamente utilizada na harmonização orofacial, visando à correção de desproporções e realce estético dos lábios. O objetivo deste estudo é relatar um caso clínico de correção de assimetria labial a partir do preenchimento com ácido hialurônico, explorando a técnica e eficácia dos resultados alcançados. O preenchimento labial não se trata apenas de um procedimento estético, mas também pode ter impactos positivos na autoconfiança e na percepção da autoimagem. O presente relato reforça a importância de uma abordagem individualizada no preenchimento labial, respeitando a anatomia e as necessidades específicas de cada paciente.
A disfunção temporomandibular (DTM) é uma condição de natureza multifatorial que compromete a função da articulação temporomandibular e das estruturas adjacentes, impactando de forma significativa a qualidade de vida dos pacientes. Dentre as abordagens terapêuticas emergentes, destaca-se o uso do ácido hialurônico, especialmente por meio do preenchimento na região do ângulo mandibular, devido às suas propriedades biomecânicas e bioquímicas. O presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos clínicos e funcionais do preenchimento com ácido hialurônico no tratamento da DTM, por meio de uma revisão bibliográfica integrativa baseada em artigos científicos atualizados. Os resultados apontam que o ácido hialurônico apresenta efeitos positivos no alívio da dor, na melhora da amplitude de movimento mandibular, na função muscular e na regeneração articular. Ademais, os benefícios estéticos associados à técnica agregam valor terapêutico e psicológico ao tratamento. Conclui-se que o preenchimento com ácido hialurônico na região do ângulo mandibular configura-se como uma alternativa eficaz, segura e minimamente invasiva para o manejo da DTM, especialmente quando integrada a estratégias multidisciplinares. Recomenda-se, entretanto, a realização de ensaios clínicos randomizados com amostras ampliadas e seguimento longitudinal para validação definitiva de seus efeitos terapêuticos.
Esse artigo buscou identificar as principais complicações associadas ao preenchimento facial com ácido hialurônico. Para isso, foi realizada uma pesquisa na base de dados PubMed com as palavras-chave ‘’Adverse Events’’, ‘’Hyaluronic Acid’’, ‘’Dermal Filler’’. Os critérios de inclusão foram artigos em português ou inglês, que abordassem diretamente o uso do ácido hialurônico em procedimentos faciais e suas possíveis complicações. Após a aplicação dos critérios, foram selecionados 7 artigos científicos. Os principais resultados encontrados foram que embora evidenciada a segurança e eficácia do ácido hialurônico, complicações como edema, eritema, nódulos e reações inflamatórias estão sendo notificadas de forma proporcional ao crescimento da realização do procedimento. Dessa forma, conclui-se que características do produto, técnica de aplicação e assepsia são fatores determinantes para o surgimento das complicações, apesar destas complicações serem abordadas como raras. Sendo assim, o ácido hialurônico permanece como um material de boa escolha pela sua eficácia e baixa taxa de eventos adversos graves.
O ácido hialurônico (AH) é uma substância que ocorre naturalmente no corpo humano. É um componente da matriz intercelular da derme e é frequentemente usado para fins estéticos. Portanto, este estudo tem como objetivo avaliar a eficácia e segurança do AH em procedimentos estéticos. Como objetivos específicos pretende-se falar sobre o AH na harmonização e rejuvenescimento facial, no tratamento de cicatrizes e rinomodelação e as possíveis intercorrências com seu uso. Uma revisão da literatura publicada foi conduzida em que a busca bibliográfica foi realizada em agosto de 2024 e incluiu os bancos de dados PubMed, Capes e Scielo. Ao total, 43 publicações foram incluídas. Os resultados sugerem que o AH se mostrou geralmente seguro para os pacientes, sendo a maioria dos eventos adversos transitórios e de gravidade leve a moderada. Quando a aplicação foi realizada com Juvéderm Voluma XC houve relatos de efeitos adversos baixos, sendo os mais comuns, dor leve e inchaço. Os normalmente mencionados foram reações de curta duração no local da injeção em que a técnica aplicada, volume de injeção ou tempo de correção influenciaram na intercorrência e as complicações mais graves incluíram edema grave, angioedema e outros, muitas vezes necessitando de tratamentos específicos. Nos estudos que compararam AH monofásico polidensificado e monodensificado, a preferência unânime pelo produto monodensificado devido à sua sensação natural fornece um forte apoio para a sua utilização na prática clínica diária. Os que confrontaram MHA e BHA, foi constatado que o MHA é um material eficaz e seguro para rejuvenescimento facial sendo a preferência das pacientes. Futuros estudos com amostras maiores e períodos de acompanhamento mais longos são necessários para confirmar sua eficácia, durabilidade e segurança a longo prazo.
O ácido hialurônico (AH) é amplamente empregado em formulações cosméticas e dermatológicas devido às suas propriedades higroscópicas e à capacidade de modular a hidratação cutânea. Este estudo teve como objetivo realizar uma pesquisa narrativa sobre os mecanismos de hidratação do AH, com ênfase em suas interações com a pele e seus efeitos sobre a função de barreira. A análise de estudos recentes, evidenciou que o AH é capaz de atrair e reter moléculas de água, promovendo melhora na textura da pele, suavidade e redução de rugas. Verificou-se que o AH de alto peso molecular atua predominantemente na hidratação superficial, enquanto o de baixo peso molecular penetra em camadas mais profundas, contribuindo para efeitos regenerativos e sustentados na matriz dérmica. Além disso, a hidratação promovida pelo AH foi associada à restauração da integridade da barreira cutânea. Conclui-se que o AH constitui um ativo eficaz na prevenção e tratamento da desidratação e do envelhecimento cutâneo, com benefícios dependentes de sua forma de aplicação e características moleculares.
Com a conscientização crescente sobre cuidados com a pele, envelhecimento da população, avanços tecnológicos, resultados sutis e naturais, e tempo de repouso mínimo são alguns fatores que impulsionam a procura por procedimentos minimamente invasivos. Com isso, os procedimentos estéticos menos invasivos tem auxiliado a minimizar os danos associados ao envelhecimento cutâneo, em específico nesse caso, o da face. O envelhecimento é um processo fisiológico natural e progressivo, de forma que, pode ocorrer por diversos fatores, sejam eles intrínsecos e/ou extrínsecos. O objetivo é avaliar a eficácia do ácido hialurônico concentrado não reticulado na melhora da hidratação cutânea. Trata-se de uma revisão de literatura integrativa, sendo pesquisados cinquenta e cinco artigos no total, e utilizados vinte e quatro na elaboração desse estudo. Foram incluídos os trabalhos que apresentavam características e informações necessárias para a elaboração do estudo, e excluídos os que não tinham relação com o tema. Assim, foram achados dados significativos quanto ao tratamento com ácido hialurônico não reticulado na pele. Concluindo, que o uso do AH não reticulado na pele, pode ser considerado benéfico no combate ao envelhecimento cutâneo.
Introdução: O envelhecimento da pele impulsiona a busca por procedimentos estéticos, sendo o ácido hialurônico um destaque devido à sua eficácia e baixo risco de reações adversas. No entanto, esses procedimentos podem ter complicações. Fatores como características do paciente, produto utilizado e técnica empregada podem influenciar essas complicações. Com o aumento do interesse em procedimentos estéticos e o uso crescente das mídias sociais para obter informações, o TikTok® se tornou uma plataforma popular. Objetivos: Analisar como os preenchedores faciais e suas possíveis complicações foram retratados e compartilhados por meio de vídeos no TikTok®. Métodos: Este estudo observacional analítico transversal estimou a frequência de complicações relacionadas a procedimentos estéticos no TikTok®. Uma busca preliminar identificou hashtags relevantes, resultando em 500 vídeos, dos quais 91 foram selecionados após critérios de inclusão e exclusão. A coleta de dados ocorreu em 2023 por meio de formulários no Google Forms®, investigando visualizações, curtidas, comentários, fonte do vídeo e propósito, intercorrências e regiões afetadas. Resultados: A maioria dos vídeos foi publicada pelos pacientes, mostrando antes e depois. O engajamento dos vídeos foi significativo. A complicação mais comum foi o edema. As regiões anatômicas mais afetadas foram os lábios e a região periocular. Conclusão: O TikTok® é usado para relatar complicações pós-preenchimento facial com ácido hialurônico por pacientes e profissionais, gerando um engajamento significativo. As complicações compartilhadas refletem as descritas na literatura, em termos de tipo e área afetada.
A feminização facial é uma etapa importante no processo de afirmação de gênero de mulheres trans. Procedimentos com preenchedores de ácido hialurônico oferecem uma abordagem minimamente invasiva para suavizar traços masculinos, alinhando a aparência à identidade de gênero e contribuindo para o bem-estar psicológico. Esta revisão integrativa analisou a literatura publicada entre 2018 e 2025 para identificar regiões anatômicas prioritárias, técnicas de aplicação e impactos psicossociais do uso de ácido hialurônico em mulheres trans. Dez estudos foram incluídos, abrangendo séries de casos, revisões sistemáticas e diretrizes clínicas. Os resultados evidenciam diferenças anatômicas claras entre rostos masculinos e femininos, destacam regiões estratégicas para preenchimento e demonstram benefícios psicossociais significativos. A revisão também identifica lacunas na padronização de protocolos específicos, sugerindo a necessidade de abordagens individualizadas e mais pesquisas sobre o tema.
A busca por rejuvenescimento tem impulsionado pacientes jovens a buscarem o uso de bioestimuladores como Ácido Poli-L-Láctico e Ácido Hialurônico, para a regeneração da pele de forma natural. Ambos melhoram firmeza e textura, com durabilidade variando (PLLA até 24 meses, AH 12-18 meses). Nesse cenário, o biomédico avalia, planeja e aplica esses tratamentos, visando segurança e resultados satisfatórios. O objetivo do estudo é analisar a eficácia, durabilidade e segurança dos bioestimuladores de colágeno Ácido Poli-L-Láctico (PLLA) e Ácido Hialurônico (AH) na estética facial de pacientes jovens. O método consiste na revisão bibliográfica qualitativa entre 2019 e 2024, com busca nas bases de dados: PubMed, Scielo, ScienceDirect e BVS, foram utilizados os descritores específicos "Ácido Poli-L-Láctico", "Ácido Hialurônico", "bioestimuladores de colágeno", "estética facial" e "segurança dos bioestimuladores" nos idiomas português e inglês. Verificou-se que na análise de 30 estudos destacou a eficácia do PLLA na bioestimulação de colágeno com resultados duradouros e naturais, ideais para pacientes jovens. O AH, embora eficaz para preenchimento imediato, tem menor durabilidade e maior risco de intercorrências quando mal aplicado. Comparações diretas mostram vantagem do PLLA em durabilidade e estímulo biológico. A atuação do biomédico na avaliação, aplicação e prevenção de complicações, exige conhecimento técnico e abordagem psicossocial. Com isso, conclui-se que PLLA e AH melhoram a pele por mecanismos distintos, com maior durabilidade do PLLA versus AH a atuação do biomédico na intervenção com esses bioestimuladores é crucial para a segurança, incitando que futuras pesquisas clínicas longitudinais sejam necessárias para confirmar e expandir os resultados.
Meta-analysis showing oral HA supplementation significantly reduces knee pain in OA patients.
RCT demonstrating oral HA (120mg/day) improves skin moisture and reduces wrinkles.
Clinical trial showing significant improvement in knee function with oral HA.
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